- Wake up, dude !

Sinais do Início Apocalíptico:
“Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Essas coisas são o início das dores. (...)E é necessário que antes o evangelho seja pregado a todas as nações. (...)Todos odiarão vocês por minha causa; mas aquele que perseverar até o fim será salvo. Porque aqueles serão dias de tribulação como nunca houve desde que Deus criou o mundo até agora, nem jamais haverá. (...)Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão sinais e maravilhas para, se possível, enganar os eleitos. (...) Por isso, fiquem atentos: avisei-os de tudo antecipadamente. Mas, naqueles dias, após aquela tribulação, 'o sol escurecerá
e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes celestes serão abalados'. (...) Aprendam a lição da figueira: Quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que ele está próximo, às portas. (...)
Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão..” (trechos de Marcos 13)
2 Timóteo 3:1-5 “Sabe, porém, isso, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também desses.”
Um aumento em conhecimento e habilidade de viajar é um sinal dos últimos dias. A Bíblia diz, em Daniel 12:4, “Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.”
E mais, a Palavra de Deus revela, em Lucas 21:25-26, “E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados.” Atualidade: terremotos, tsunamis, vazamentos nucleares, meteoros, manchas solares provocando tempestades magnéticas (uma delas chegou a provocar grande blecaute em Nova York)...
Ambiente afetado (Isaías 24: 5): “(...) desperdiçando Terra para longe, desaparecendo, o mundo inteiro desaparece esgotado, empobrecido e a nata da nação. A terra está contaminada por seus habitantes” Atualidade: megadesmatamentos, águas contaminadas, redução drástica de flora e fauna, ar poluído, buracos na camada de ozônio, bombas atômicas (primeira ocasião, na História, em que os homens detiveram um poder tecnológico capaz de aniquilar toda a vida terrestre).
Ninguém sabe quando será o retorno do Senhor Jesus Cristo, todavia, consoante orientações bíblicas, diferentemente de como foi em sua primeira vinda(quando veio como Cordeiro para expiação de muitos, a multidão de almas arrependidas que aceitam o sacrifício vicário, e consequente perdão pela graça divina), na segunda vinda Ele será o Leão (Juiz mundial). Alguns teólogos estão “desconfiados” do seguinte simbolismo bíblico: Jesus Cristo ressuscitou no terceiro dia, de madrugada (portanto, no começo do terceiro dia)... Bom, não custa nada estarmos atentos para este COMEÇO DO TERCEIRO MILÊNIO... (Lembrando que, para Deus, um dia é como mil anos. Salmos 90:4 ; 2 Pedro 3:8.)
Sejamos honestos conosco mesmos, já se passou tempo mais do que suficiente, para que a humanidade reconhecesse a singularidade das Sagradas Escrituras, sua eficácia e santidade, bem como a natureza divina (e os seus propósitos, com referência às suas criaturas, enfim, qual o significado da existência humana), por meio de sua encarnação entre os homens: seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, o Salvador.

Vivemos a era das aparências, muitos cristãos pensam estar sendo santos, quando na verdade estão apenas tentando defender as doutrinas de suas igrejas. Deploravelmente, defendem com unhas e dentes seus rituais, suas lideranças religiosas, seus vícios camuflados. Como se fossem emotivos torcedores de um time de futebol, passionalmente se encastelam por trás de ideias preconcebidas, tradições e costumes. Tudo isso, sem examinarem com profundidade o que diz a Palavra de Deus. “SOLA SCRIPTURA”. “SOLI DEO GLORIA”. “SOLA SCRIPTURA” ! ! !

sábado, 31 de janeiro de 2015

Reflexões Antes da Partida

THINK ABOUT
Os Beatles fizeram sucesso ao longo de uma tênue linha que separava os valores cristãos tradicionais dos valores seculares. Em 1966, John Lennon cruzou aquela linha, ao disparar “hoje somos mais populares do que Jesus Cristo. O cristianismo vai morrer. Vai encolher e desaparecer.”  Em mais uma das estranhas curiosidades da vida, quem foi o único integrante do grupo, morto precocemente em seu estrelato, assassinado a tiros?
(...)
As questões mensuráveis, perscrutadas pela ciência são mais facilmente analisadas do que os problemas humanos. Pois é mais fácil explorar a Lua do que explorar a alma humana.
O conhecimento ocupa um dos primeiros lugares, na seleção de valores sociais da atualidade. A palavra “sabedoria” é pouco utilizada em um século que valoriza mais do que nunca o conhecimento (pelo menos, comercialmente). Até Provérbios, do Antigo Testamento, trata da sabedoria. A comunidade de judeus simples – como pastores e carregadores de água – estava mais empenhada em alcançar a sabedoria do que muitos ganhadores do Prêmio Nobel, decorridos 2,5 mil anos.
Sabedoria se refere, antes de tudo, aos seres humanos e a suas dificuldades. Ainda que um indivíduo tenha direito de dizer que não acredita em Deus ou na Bíblia, calar-se e fugir da discussão sobre a natureza humana, que cerca essa complexa evidência, é não perceber por que o cristianismo faz tanta gente pensar há tantos séculos.
(...)
A moderna democracia, muito diferente da versão germinal praticada na antiga Atenas, muito deve à declaração feita por Paulo, garantindo que todas as almas têm o mesmo valor aos olhos de Deus. A democracia também deve muito àquela ala do protestantismo que, desobedecendo ao papa e ao bispo, conferiu poder à congregação reunida aos domingos.
(...)
Em sua guerra “santa”, a austeridade islâmica desaparece por completo, quando externa o tipo de paraíso que aguarda seus devotos. Pois o que é pecado explícito, na concepção de conduta cristã, torna-se prêmio e ambiente natural da morada “celeste” muçulmana, repleta de prazeres carnais e lascívia. (Ou seja, o que é pecado na Terra, para uns, será recompensa em um mundo divino, para outros...)
Por séculos, o islamismo permitia que o homem com condições financeiras possuísse várias mulheres e amantes. Em alguns grupos, ainda persiste tal ideologia. Por fim, vale lembrar que essa religião se espalhou, principalmente na Ásia e África, por força bélica. É fato histórico de que os muçulmanos chacinaram milhares de cristãos, bem como confiscaram as maiores igrejas cristãs, convertendo-as em mesquitas.
Atualmente, nações pequenas, mas ricas, financiam atividades ligadas à religião. Milhões de muçulmanos deixaram suas terras, mudando-se para países como Inglaterra, França, Espanha, Alemanha e Holanda, onde se tornaram minorias atuantes, passando a gozar de uma liberdade geralmente não concedida aos poucos cristãos habitantes de terras islâmicas.
As duas religiões rivais se afastaram ainda mais. No período de um século, os países cristãos se tornaram mais democráticos, informados e zelosos pelos direitos da mulher e da liberdade civil, do que uma típica terra muçulmana.
FONTE: “Uma Breve História do Cristianismo”, de Geoffrey Blainey.


Obs.:

De New York, parceria de Caio Blinder deixa no ar duas perguntas depois da queima do piloto jordaniano (ainda vivo, numa jaula), pelo Estado Islâmico: quem realmente vai se aventurar à tarefa de lutar? E quem mais ganha com a destruição dessa categoria de barbárie, além de nós, que nos consideramos civilizados?
Via de regra, os terroristas usam métodos horripilantes para espalhar o medo e ganhar poder. Essa é sua estratégia explícita, a pregar um califado sem fronteiras, regido por leis muçulmanas. Entre as atrocidades listadas em um relatório da ONU, crucificação e o enterro de crianças vivas despontam pela ignomínia. As que escapam da morte são vendidas em feiras, treinadas como soldados ou enviadas para a morte com explosivos presos ao corpo.
Mulheres sírias e iraquianas são “casadas” a cada noite, com um terrorista diferente, numa modalidade hipócrita de estupro coletivo. E o rol de chacinas e genocídios só faz crescer, para estarrecimento de qualquer ser humano identificado por um mínimo de cidadania e razoabilidade.
Quanto a mim,  uma anônima e quase inexpressiva partícula entre a multidão,  homem comum que procura ser praticante dos ensinamentos pacifistas de Jesus Cristo, sufoca-me o dilema na consciência: monstruosidades como essas devem ser repelidas com os meios necessários ou apenas suportadas, “combatidas” tão somente com orações e oferecendo-se a outra face?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Abomináveis Homens das Cavernas - ou "O fim dos tempos começou, não havia dito?"

O ano mal começou (ou começou mal), e a humanidade enfrenta um impasse histórico. A ponto de a turma dos pessimistas farejar indícios para a Terceira Guerra. Um exagero, esperamos. Mas o fato é que vivemos um ingente choque de civilizações. O analista americano George Friedman é enfático: “O cristianismo se viu prejudicado pelo seu zelo evangélico. Como não usa a espada para matar e converter seus inimigos, ouvir que nem todos os muçulmanos compartilham essa visão não resolve o problema. Há um número suficiente de muçulmanos que dividem esse fervor de pôr em perigo a vida dos que desprezam.”
Autoridades de segurança acreditam que existam pelo menos vinte células terroristas adormecidas, com 120 a 180 adeptos radicais cada uma, prontas para atacar na Holanda, França, Bélgica e Alemanha. Cabe dizer, em alto e bom som, que se os muçulmanos seculares e pacíficos fossem mais ativos, em tragédias como as recentes, eles poderiam denunciar e isolar os mais perigosos e evitar novos ataques. No entanto, apenas se limitam a dizer que não têm nada a ver com isso...
Na França, mais de 600 (sim, seiscentas!) regiões dominadas por islamistas não permitem a entrada de não fiéis. Usam até mesmo placas de advertência os visitantes. Como lembra o embaixador Marcos Azambuja, que chegou a servir em Paris, “o primeiro esforço de acomodação cultural deve ser de quem chegou ao país, isso faz parte do contrato de adesão.”
Para se ter uma noção da hedionda inversão de valores, seria como se a onda de haitianos imigrantes exigisse com armas que os brasileiros aprendam a sua língua, em vez do contrário.
Enquanto que os jihadistas empregam abjetamente até mesmo crianças como carrascos e “homens”-bomba, pesquisas apontam que, na França, um em cada três muçulmanos acredita que atentados suicidas podem ser justificáveis. Na Espanha e na Inglaterra, um em cada quatro.
Em contrapartida, o governo francês, a Universidade de Salamanca e Washington Institute revelam que, da população consultada, na Espanha 65% consideram o Islã incompatível com o Ocidente (na Alemanha são 58%, na França são 55% e na Inglaterra, 47%), bem como 82% dos franceses, 71% dos alemães, 62% dos ingleses e 59% dos espanhóis desejam que o véu seja banido em lugares públicos (algo impensável pelos muçulmanos).
Portanto, deixemos de asneiras politicamente corretas e sejamos intelectualmente honestos. No novo milênio, nem  todo muçulmano é terrorista. Mas todo terrorista  é muçulmano. E a maioria deles é conivente com a matança, seja por ação ou por omissão.  Essa turma  transforma opiniões divergentes em insultos. Que amiúde devem ser reparados com a pena capital, sumária, sem julgamentos e aplicada de forma covarde. Tais primatas contemporâneos tampouco abrem espaço para o diálogo. Com esses bandidos de chula ideologia, ou o mundo inteiro se sujeita ao seu nazismo travestido de religião ou todos serão  fuzilados, degolados, explodidos... Eis o preço  da rebeldia dos infiéis, segundo as deturpadas sharias de sua guerra “santa” (misericórdia, isso chega a revolver o estômago, e declaro isso não de maneira figurada!).
Em momentos terríveis como agora, parece-me inevitável a sensação de que a estupidez humana não encontra limites. (E que a ideia do inferno tende a fazer mais sentido...)

 
( LEMBRETE: Aos incautos de última hora, lembro que o casamento pedófilo legalizado por países islâmicos é uma homenagem ao profeta que já passara dos 50 anos quando transformou em esposa uma menina com menos de 10.

O Profeta Maomé é o modelo que seguimos”, informa no vídeo o saudita Ahmad Al Mu’bi. “Ele tomou Aisha como sua esposa quando tinha 6 anos, mas só fez sexo quando ela tinha 9″. O maridão já passara dos 50, dispensou-se de lembrar o oficiante de casamento.
Também lhe pareceu irrelevante ressalvar que, enquanto esperava que Aisha chegasse ao ponto, Maomé não teve de estrangular a libido. O harém que abrigava o time de reservas de Aisha estava ali para que jamais faltasse companhia noturna.
Qual é a idade apropriada para a primeira relação sexual?”, interroga-se Ahmad Al Mu’bi no meio do falatório. “Isso varia de acordo com o ambiente e as tradições”, desconversa, caprichando na pose de doutor em aberrações nupciais. Eis aí uma bom tema para devotas de Lula.

De longe, marilenas chaís e marias-do-rosário contemplam com olho rútilo e lábio trêmulo os turbantes engajados na guerra contra os infiéis em geral e o Grande Satã americano em geral. Se tivessem nascido por lá, saberiam como é a vida de quem é vítima de estupro na infância, mãe na adolescência e avó quando mal conferiu no espelho como é a aparência de uma balzaquiana recentíssima.
O modelo saudita, adotado em grande parte do mundo islâmico, permite que qualquer adulto de qualquer faixa etária transforme em esposa, e inicie sexualmente, meninas em idade de brincar com bonecas. Em lugares menos primitivos, esse tipo de assassinato da inocência dá cadeia. Até no Brasil.
Naquelas paragens, o casamento pedófilo é uma homenagem ao Profeta que amava criancinhas. )